O Joseense e Independente fizeram uma partida muito disputada, cheia de
emoções, na tarde deste sábado, no Estádio Martis Pereira, em São José
dos Campos, pela sétima rodada do Campeonato Paulista da Série A3 e o
empate por 2 a 2 foi o resultado mais justo.
O Galo abriu o placar no primeiro tempo. O Tigre conseguiu a virada no
segundo tempo, mas de pênalti, o Independente empatou o jogo e com o ponto
conquistado, ficou na quinta colocação, com 12 pontos. Já o Tigre está
na décima colocação, com 11 pontos e buscará nas próximas rodadas ficar
entre os primeiros colocados.
O jogo
O Joseense começou o jogo no campo de ataque e logo no início teve
uma boa chance com Renato Santiago, que bateu de fora da área e o
goleiro Diego desviou para linha de fundo. Mas, o Independente estava
perigoso nos contra-ataques e aos 26 minutos, abriu o placar no Estádio
Martins Pereira.
Robinho fez boa jogada e na linha de fundo cruzou. Caio, no meio da
área furou a bola e no segundo pau, Mateus completou para o fundo das
redes, abrindo o placar. O Tigre foi com tudo para cima, querendo de
todo jeito o gol de empate. Mas, encontrou uma grande barreira, o
goleiro Diego, do Indepentende.
Aos 43 minutos, Ângelo bateu da entrada da área e o arqueiro já fez um
milagre, espalmando para o meio. Na sequência, a bola sobrou para Caio,
que na área, bateu duas vezes, para mais duas lindas defesas de Diego.
Antes do final do primeiro tempo, o tempo fechou no gramado. Xandão
agrediu Michel, mas o árbitro não expulsou o zagueiro, advertindo apenas
com o cartão amarelo.
O Joseense voltou melhor para o segundo tempo e logo aos 11 minutos
conseguiu o gol de empate. Michel recebeu lançamento de Álvaro e dentro
da área, com vontade, acertou o canto esquerdo alto do goleiro Diego,
que nada fez, desta vez.
Após cruzamento na área, a bola ficou viva e no bate e rebate, Michel,
de novo, bateu com força, virando o placar. Isso aos 23 minutos. O gol acordou o Galo que foi
para cima, querendo o empate. E, aos 32, numa cobrança de pênalti,
deixou tudo igual com Diogo.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Entrevista com Fernando Vanucci
Com
muita honra, recebo em meu blog um dos melhores jornalista do Brasil:
Fernando Vanucci. Confira um pouco sobre a sua vida e opiniões.
Fernando Antonio Vanucci Braz nasceu em Uberaba (MG) em 5 de março de 1951.
Iniciou
a carreira aos quinze anos de idade na rádio Sociedade Triângulo
Mineiro, em Uberaba. Em seguida, foi para a rádio Sete Colinas, na mesma
cidade, apresentando o programa Pintando o Sete. Na mesma emissora, começou a fazer carreira como repórter e apresentador esportivo.
Em
1971 foi contratado pela rádio Inconfidência, de Belo Horizonte (MG).
Transferiu-se para a TV Globo (RJ) seis anos depois, onde apresentou
vários jornais: Globo Esporte, Esporte Espetacular, Jornal Nacional, Jornal Hoje, Fantástico, Gols do Fantástico,
entre outros. Cobriu seis Copas do Mundo, cinco Olimpíadas e narrou
vários desfiles de escolas de Samba do Rio de Janeiro, entre 1985 e
1999.
Em abril de 1999, após assinar contrato com a empresa de marketing esportivo Traffic, estreou no Show de Esportes,
da TV Bandeirantes (SP), onde ficou até 2001. Na emissora fez a
cobertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2000, o programa diário Esporte Agora e o Carnaval da Bahia.
Em 2002, também pela Traffic, esteve na Rede Record (SP), até ser
contratado em fevereiro de 2003 pela RedeTV! (SP), primeiramente para
narrar as provas do Champ Car (Fórmula Indy) e apresentar o TV Esporte. O programa acabou extinto para dar lugar ao TV Esporte Notícias, apresentado por Vanucci e pela então estreante Renata Maranhão, substituída em junho de 2004 por Cláudia Barthel.
Em fevereiro de 2005, passou a comandar o RedeTV! Esporte, a princípio ao lado de Roberto Avallone e depois com Cristina Lyra. Vanucci também apresentou o programa esportivo de debates Bola na Rede, aos domingos à noite, e fez o bloco esportivo do jornal RedeTV! News. Atualmente, Fernando Vanucci está na TV Record.
Com muita honra, recebo em meu blog um dos melhores jornalista do Brasil: Fernando Vanucci. Confira um pouco sobre a sua vida e opiniões.
Gabriel Dantas: Para os futuros leitores, quem é Fernando Vanucci?
Fernando Vanucci: cara que nasceu no
interior de Minas, e que trabalha duro(no início no rádio e em jornal
impresso), na minha terra natal(Uberaba=MG). Desde criança brincava em casa de
fazer programas esportivos, nos equipamentos que meu pai(que era surdo) tinha,
para tentar ouvir alguma. Coisas como fone, microfone e a antiga vitrola que
ficava na sala de nossa casa. Sempre procurei atingir meus objetivos, e acho
que consegui, apesar de ter começado muito cedo, com 15 anos de idade, à
trabalhar na Rádio Sociedade de Uberaba, depois Rádio Sete Colinas, e mais
tarde na Rádio Inconfidencia de BH, culminando com a entrada na TV Globo Minas,
onde fiquei por 5 anos, até chegar à Rede Globo no Rio de Janeiro.
GD: Teve alguma influência familiar
para se tornar jornalista?
FV: Indiretamente acho que sim. Meu
avô, Sebastião Braz, era jornalista em Uberaba. escrevia artigos para os
jornais locais. Meu pai, além de tabelião de um cartório em Minas, jogou
futebol no Uberaba Sport Clube. Acho que essa junção me levou a querer e buscar
os caminhos do jornalismo esportivo.
GD: Quando ingressou no jornalismo?
FV: Já disse: tinha 15 anos de idade,
comecei na Rádio Sociedade e no jornal Lavoura e Comércio. Claro que o conhecimento
de meu pai me ajudou muito...Foi em 1966, durante a Copa do Mundo da
Inglaterra, onde o English Team foi campeão, vencendo a Alemanha, num jogo
polêmico até os dias de hoje.
GD: Tem algum time de coração?
FV: Sim, além do time da minha terra,
o Uberaba Sport, do qual gosto muito, por razões óbvias, sou Botafogo-RJ, pois
meu pai, o velho Sherlock Holmes(era o nome dele mesmo), adorava futebol,
adorava o futebol de Garrincha, Didi, Zagallo, Nilton Santos, enfim...aquele
timaço do Botafogo. Aprendi a ser botafoguense com meu pai, pois como ele era
surdo, eu acompanhava pelo rádio os jogos, e ía praticamente narrando o jogo
para ele, que entendia todos os movimentos labiais.
GD: Você trabalhou durante 22 anos na
Globo. Como foi essa experiência?
FV: Não, trabalhei 26 anos da Globo.
Foi maravilhoso. Lá, aprendi a lidar com o veículo Televisão, graças à Deus,
com os melhores profissionais que já passaram pela TV brasileira...Cito apenas
alguns, para não cometer injustiças: Boni, Walter Clarck, Dr.Roberto Marinho,
Pedro Luiz Paoliello, Hedyl Valle Jr, Michel Laurense, Ciro José, Luciano do
Valle e por aí vai...Procurei escutar muito os ensinamentos desses e de outros
mais. Foi a minha escola em termos televisivos.
GD: Em 1999, você foi para a Band e lá
apresentou o Show de Esportes. Como foi trabalhar nessa emissora e como era o
programa?
FV: Não fui para a Band. Fui
trabalhar na Traffic, que gerenciava o esporte da Band. Lá reencontrei
companheiros de Globo como Jota Háwila, o próprio Luciano do Valle, tanta gente
boa. Foi um período pequeno, mas muito gratificante. Cobri a Olimpíada de
Sidney na Austrália pela Band e comandei o Show de Esportes, que era uma
referência na TV brasileira...
GD: Depois da Band, você foi para a
RedeTV. Lá, você teve uma polêmica: segundo um vídeo publicado, você estaria
bêbado. Foi verdade ou mentira?
FV: Claro que isso foi uma invenção
de muita gente. Já havia feito uma cirúrgia no coração, tomava inúmeros
remédios diariamente, e naquele dia, acabei fazendo uma mistura bombástica que
fez passar tão mal, que achei que estava tendo um infarto. Pensei que fosse
morrer, mas Nosso Deus me segurou. Apesar de pagar por isso, até os dias de
hoje, foi apenas um incidente do qual todos nós estamos sujeitos.
GD: Mudando de assunto, o que acha da
atual seleção brasileira?
FV: Não gosto. Falta interesse do
jogador em estar na seleção. Hoje em dia, os chamados bons jogadores(pois, não
vejo nenhum craque), se interessam mais em estar jogando na Europa, faturando
alto. Perdeu-se a identidade com a seleção brasileira, como nos velhos tempos.
Nem o torcedor se interessa tanto pela seleção, à não ser em época de Copa do
Mundo. E ela está chegando, e será em nossa casa. Hoje, diria que não acredito
num sucesso do Brasil na Copa de 2014. Mas, claro, tudo pode mudar.
GD: Ronaldinho Gaúcho está
ultrapassado para jogar na Seleção?
FV: Penso que não. Bem físicamente,
bem treinado, pode ser uma das armas do Brasil para 2014, especialmente pela
sua experiencia, adquirida ao longos dos anos.
GD: Qual a sua opinião sobre o
Neymar? E o que achou da forte declaração do Pelé para o jovem atacante?
FV: Acho que meu amigo Pelé pegou um
pouco pesado, mas não contou nenhuma inverdade. Neymar se apequena ainda na
seleção. O que falta: a experiência de grandes competições. Quem está
acostumado com Paulista e Brasileiro, Libertadores(vá lá), e não é nenhum
jogador extraordinário(é bom, mas não extraordinário), falta muita coisa ainda.
Especialmente, confiança de se soltar, como se solta no seu time, o Santos.
GD: Libertadores: A punição que a
Conmebol deu para o Corinthians foi justa? Deveria ser mais severa?
FV: Acho que foi demais. Exagerada.
Puna-se o torcedor, mas não o clube. Mas, para isso, é necessária muita
investigação. O torcedor que cometeu essa tragédia deve ser severamente punido.
Mas, o clube não tem essa culpa toda. Lamentável a morte do jovem boliviano,
claro. Fico imaginando os pais e seus sentimentos. Também sou pai, e sei o que
devem estar passando e vivendo.
GD: Corinthians pode conquistar o
bicampeonato?
FV: Pode, por que não?
GD: Quem tem o melhor elenco? Por
que?
FV: O Corinthians hoje tem as
melhores peças no futebol brasileiro. Nenhum craque, mas um time muito armado,
com reservas à altura, que entram em campo e nada, quase nada muda no
desempenho do time.
GD: Qual é o melhor treinador do
Brasil? Muricy Ramalho, Tite ou Abel Braga?
FV: Os três são muito bons.
Gosto do Muricy como formador de equipe, do Tite com estrategista e do Abel,
numa junção das duas coisas. Difícil apontar o melhor...
GD: Palmeiras foi rebaixado para a
Série B. Se reforçou bastante. Você acha que a equipe subirá para a Série A? E
na Libertadores, passará sufoco?
FV: Se armar um time para
disputar a Série B e não a Série A, pode se dar bem e voltar à elite. Mas, acho
que isso acabará acontecendo. O Palmeiras já tem a experiência de disputar uma
segundona, coisa completamente diferente do que estar no Brasileirão
GD: São Paulo fez o certo ao vender o
Lucas tão cedo?
FV: Acho que a proposta foi
irrecusável. E o São Paulo tem tradição de formar bons jogadores. Acho que
Lucas será um dos jogadores, pela experiência adquirida na Europa, mais
importantes para a próxima copa, aqui no Brasil...
GD: Para finalizar, você apresenta um
programa dominical na Record. Como é esse programa e como é trabalhar na
emissora, que você já teve uma passagem?
FV: Bom, foi uma passagem rápida,
ainda pela Traffic. É um recomeço para mim, estamos muito otimistas, o programa
sobe à cada domingo no IBOPE e muitas surpresas virão por aí. A Record é uma
grande casa para nós, profissionais. Busca fazer uma boa televisão e está
crescendo dia à dia...
GD: Muito obrigado por conceder a
entrevista. Fico grato em entrevistar uma personalidade inteligente como você.
Grande abraço e sucesso!
FV: Obrigado à vocês. Sucesso,
sempre!
Com boa atuação de Jadson, São Paulo vence Linense
O São Paulo recebeu o Linense no estádio do Morumbi. Uma novidade na escalação do Tricolor: a entrada de Paulo Henrique Ganso como titular. Isso ocorria pela segunda vez seguida. O jogo valia a liderança. São Paulo vinha de uma vitória sobre o São Caetano por 4 a 2. Já, o Linense estava invicto no Paulistão: 4 vitórias e 4 empates. Só que essa invencibilidade acabou. O Tricolor Paulista, com uma boa atuação de Jadson, venceu o Elefante do Interior por 3 a 0. Pouco mais de 10 mil torcedores aplaudiram a equipe.
O jogo
O Linense começou pressionando e logo aos 23 segundos arrancou um escanteio. Mas a tal pressão parou por aí. Os dois primeiros minutos foram marcados por constantes erros de passes. O primeiro chute a gol foi dado pelo jogador Tahacha, meio-campo do Linense. Aos 7 minutos, o lateral Douglas tentou fazer um gol de cobertura, mas sem êxito.
Linense tinha mais posse de bola e se arriscava mais ao ataque. Pelo lado do São Paulo, Jadson e Ganso articulavam jogadas com Osvaldo e Luís Fabiano, a dupla de ataque. O zagueiro Lúcio apoiava o ataque com suas arrancadas, mas faltava qualidade na hora do passe.
O jogo era compatível à condição climática: frio. E só esquentou aos 15 minutos, quando Osvaldo arrancou pela direita e chutou forte para a defesa de Leandro Santos. O goleiro atuaria novamente. Um minuto depois, Wellington arrancou, tocou para Luís Fabiano, que chutou para a intervenção de Leandro.
Quatro minutos mais tarde, Jadson deu um passe fantástico para o camisa 9 do Tricolor. Como um bom atacante, ele não perdoou e balançou as redes. Mas o gol não valeu. O bandeirinha marcou impedimento. No lance seguinte, Lenílson, ex-São Paulo, chutou e a bola explodiu na trave esquerda. Susto para os 10.470 pagantes.
São Paulo tinha o controle do jogo e pressionou mais uma vez com Luís Fabiano, que chutou forte, mas a bola subiu demais. O gol não demoraria a sair. Dito e feito. Aos 33, em uma excelente troca de passes entre Jadson e Douglas, o camisa 10, que era o melhor homem em campo, chutou forte e rasteiro balançando as redes. Dessa vez, não havia impedimento. São Paulo 1 x 0 Linense.
A partida voltou a ser fria. São Paulo trocava passes no meio-campo. Já, o Linense tentava acordar para tentar uma pressão, mas a falta de precisão era o fator mais forte. O Tricolor voltou ao ataque e com perigo. Após bela arrancada de Côrtez, este tocou para Jadson, que finalizou precisamente, mas a bola de maneira caprichosa explodiu no travessão.
Um detalhe curioso: até o minuto 44, não havia nenhum jogador com cartão amarelo ou vermelho. Mas isso mudou. Ganso deu um carrinho por trás e recebeu o primeiro cartão da partida. Depois disso, foi só esperar o primeiro tempo acabar.
O segundo tempo começou com uma alteração no São Paulo. Ganso foi substituído por Aloísio. O esquema tático mudou. De 4-4-2, para 4-3-3. Mesmo com 3 atacantes, a equipe pouco atacava. Aos 11 minutos, uma sucessão de trocas. Pelo São Paulo, saiu Maicon e entrou Fabrício. Já, pelo Linense, Gilsinho e Lenílson deram lugar ao Fernandinho e Dudu, respectivamente.
Aos 16 minutos, uma blitz dos mandantes. Aloísio ganhou na corrida com o lateral do Linense, chutou e o goleiro Leandro Santos defendeu. Depois, Luís Fabiano chutou e o zagueiro Fábio Lima tirou em cima da linha. Finalmente, o segundo gol saiu. Fabuloso chegou na linha de fundo, viu Osvaldo livre na área e ele não desperdiçou. Chutou forte e alto para ampliar.
O treinador Ney Franco fez uma alteração. Saiu Jadson, o melhor jogador da partida, e entrou Cañete. O jogo ficou mais fácil aos 32 minutos. Cañete viu Osvaldo livre pela esquerda. Este arrancou e viu Luís Fabiano livre na área e o terceiro gol saiu, mas foi contra. O zagueiro Fábio Lima chegou junto com o atacante e mandou para o seu próprio patrimônio.
Depois do terceiro gol, o São Paulo diminuiu o ritmo e administrou o resultado. Fim de jogo! São Paulo, líder, 3 x 0 Linense, quarto colocado.
O jogo
O Linense começou pressionando e logo aos 23 segundos arrancou um escanteio. Mas a tal pressão parou por aí. Os dois primeiros minutos foram marcados por constantes erros de passes. O primeiro chute a gol foi dado pelo jogador Tahacha, meio-campo do Linense. Aos 7 minutos, o lateral Douglas tentou fazer um gol de cobertura, mas sem êxito.
Linense tinha mais posse de bola e se arriscava mais ao ataque. Pelo lado do São Paulo, Jadson e Ganso articulavam jogadas com Osvaldo e Luís Fabiano, a dupla de ataque. O zagueiro Lúcio apoiava o ataque com suas arrancadas, mas faltava qualidade na hora do passe.
O jogo era compatível à condição climática: frio. E só esquentou aos 15 minutos, quando Osvaldo arrancou pela direita e chutou forte para a defesa de Leandro Santos. O goleiro atuaria novamente. Um minuto depois, Wellington arrancou, tocou para Luís Fabiano, que chutou para a intervenção de Leandro.
Quatro minutos mais tarde, Jadson deu um passe fantástico para o camisa 9 do Tricolor. Como um bom atacante, ele não perdoou e balançou as redes. Mas o gol não valeu. O bandeirinha marcou impedimento. No lance seguinte, Lenílson, ex-São Paulo, chutou e a bola explodiu na trave esquerda. Susto para os 10.470 pagantes.
São Paulo tinha o controle do jogo e pressionou mais uma vez com Luís Fabiano, que chutou forte, mas a bola subiu demais. O gol não demoraria a sair. Dito e feito. Aos 33, em uma excelente troca de passes entre Jadson e Douglas, o camisa 10, que era o melhor homem em campo, chutou forte e rasteiro balançando as redes. Dessa vez, não havia impedimento. São Paulo 1 x 0 Linense.
A partida voltou a ser fria. São Paulo trocava passes no meio-campo. Já, o Linense tentava acordar para tentar uma pressão, mas a falta de precisão era o fator mais forte. O Tricolor voltou ao ataque e com perigo. Após bela arrancada de Côrtez, este tocou para Jadson, que finalizou precisamente, mas a bola de maneira caprichosa explodiu no travessão.
Um detalhe curioso: até o minuto 44, não havia nenhum jogador com cartão amarelo ou vermelho. Mas isso mudou. Ganso deu um carrinho por trás e recebeu o primeiro cartão da partida. Depois disso, foi só esperar o primeiro tempo acabar.
O segundo tempo começou com uma alteração no São Paulo. Ganso foi substituído por Aloísio. O esquema tático mudou. De 4-4-2, para 4-3-3. Mesmo com 3 atacantes, a equipe pouco atacava. Aos 11 minutos, uma sucessão de trocas. Pelo São Paulo, saiu Maicon e entrou Fabrício. Já, pelo Linense, Gilsinho e Lenílson deram lugar ao Fernandinho e Dudu, respectivamente.
Aos 16 minutos, uma blitz dos mandantes. Aloísio ganhou na corrida com o lateral do Linense, chutou e o goleiro Leandro Santos defendeu. Depois, Luís Fabiano chutou e o zagueiro Fábio Lima tirou em cima da linha. Finalmente, o segundo gol saiu. Fabuloso chegou na linha de fundo, viu Osvaldo livre na área e ele não desperdiçou. Chutou forte e alto para ampliar.
O treinador Ney Franco fez uma alteração. Saiu Jadson, o melhor jogador da partida, e entrou Cañete. O jogo ficou mais fácil aos 32 minutos. Cañete viu Osvaldo livre pela esquerda. Este arrancou e viu Luís Fabiano livre na área e o terceiro gol saiu, mas foi contra. O zagueiro Fábio Lima chegou junto com o atacante e mandou para o seu próprio patrimônio.
Depois do terceiro gol, o São Paulo diminuiu o ritmo e administrou o resultado. Fim de jogo! São Paulo, líder, 3 x 0 Linense, quarto colocado.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
O capitalismo está no futebol
Não é de hoje que o capitalismo está presente no futebol. Mas de um tempo para cá, isso está crescendo e virando uma montanha de dinheiro para os clubes. Para quem não sabe, o capitalismo é um sistema econômico em que os meios de produção e distribuição são de propriedade privada e com fins lucrativos. Todos os times tem na sua camisa, uma marca famosa ou não, mas tudo isso é dinheiro. O material esportivo já é um exemplo de capitalismo. As empresas geram para o clube, que depois retornam. É um círculo vicioso.
Ultimamente, algumas empresas de grande nome, como a Caixa Econômica Federal, entrou no ranking de maior valor no mercado brasileiro. Isso ocorreu e ainda ocorre devido a Caixa patrocinar o Corinthians. O valor passa dos R$ 30 milhões. Entretanto, tem uma outra equipe interessada no patrocínio desse órgão econômico. É o Santos Futebol Clube.
As negociações entre a diretoria do Santos e a Caixa Econômica Federal continuam sem um desfecho. O Comitê Gestor do clube fez uma contraproposta de cerca de R$ 24 milhões anuais para fechar o patrocínio master de sua camisa. O valor não agrada ao banco, que pretende pagar menos de R$ 20 milhões anuais. A transação foi iniciada há mais de um mês, mas segue sem um desfecho devido aos valores financeiros.
No entanto, o acordo pode engrenar após o clássico entre Santos e Corinthians, no dia 3 de março, no estádio do Morumbi, válido pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. Isso porque o banco estuda divulgar sua logomarca na camisa santista como uma espécie de teste antes de tomar qualquer decisão.
A Caixa Econômica está na frente de seus concorrentes, Philco, Hypermarcas e Hyundai, que também pretendem patrocinar o time de Neymar e companhia. O Santos quer atingir o valor de R$ 40 milhões com seu uniforme. Na temporada passada, o clube faturou aproximadamente R$ 35 milhões com essa receita.
O Santos já explora praticamente toda a sua camisa. Enquanto negocia o patrocinador master, o marketing santista fechou com a Corr Plastik (barra da camisa e calções) por R$ 7 milhões e com a Minds Idiomas (próximo ao colarinho) por valor não revelado. Além disso, o Santos renovou contrato com a CSU, processadora e administradora de cartões de crédito, por R$ 2,2 milhões. A empresa pagou 10% a mais para expor sua marca até o fim deste ano. O antigo vínculo rendia ao clube R$ 2 milhões. A Caixa pode substituir o BMG, antigo patrocinador do Santos, que ajudou na compra do argentino Montillo. O banco pagou 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 15,7 mihões) à vista ao Cruzeiro.
Dinheiro e mais dinheiro juntado ao futebol. Esses dois fragmentos nunca tiveram tanta relação benéfica atualmente. O nome futebol pode ser substituído por 'capitabol'. Que faaaase...
Ultimamente, algumas empresas de grande nome, como a Caixa Econômica Federal, entrou no ranking de maior valor no mercado brasileiro. Isso ocorreu e ainda ocorre devido a Caixa patrocinar o Corinthians. O valor passa dos R$ 30 milhões. Entretanto, tem uma outra equipe interessada no patrocínio desse órgão econômico. É o Santos Futebol Clube.
As negociações entre a diretoria do Santos e a Caixa Econômica Federal continuam sem um desfecho. O Comitê Gestor do clube fez uma contraproposta de cerca de R$ 24 milhões anuais para fechar o patrocínio master de sua camisa. O valor não agrada ao banco, que pretende pagar menos de R$ 20 milhões anuais. A transação foi iniciada há mais de um mês, mas segue sem um desfecho devido aos valores financeiros.
No entanto, o acordo pode engrenar após o clássico entre Santos e Corinthians, no dia 3 de março, no estádio do Morumbi, válido pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. Isso porque o banco estuda divulgar sua logomarca na camisa santista como uma espécie de teste antes de tomar qualquer decisão.
A Caixa Econômica está na frente de seus concorrentes, Philco, Hypermarcas e Hyundai, que também pretendem patrocinar o time de Neymar e companhia. O Santos quer atingir o valor de R$ 40 milhões com seu uniforme. Na temporada passada, o clube faturou aproximadamente R$ 35 milhões com essa receita.
O Santos já explora praticamente toda a sua camisa. Enquanto negocia o patrocinador master, o marketing santista fechou com a Corr Plastik (barra da camisa e calções) por R$ 7 milhões e com a Minds Idiomas (próximo ao colarinho) por valor não revelado. Além disso, o Santos renovou contrato com a CSU, processadora e administradora de cartões de crédito, por R$ 2,2 milhões. A empresa pagou 10% a mais para expor sua marca até o fim deste ano. O antigo vínculo rendia ao clube R$ 2 milhões. A Caixa pode substituir o BMG, antigo patrocinador do Santos, que ajudou na compra do argentino Montillo. O banco pagou 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 15,7 mihões) à vista ao Cruzeiro.
Dinheiro e mais dinheiro juntado ao futebol. Esses dois fragmentos nunca tiveram tanta relação benéfica atualmente. O nome futebol pode ser substituído por 'capitabol'. Que faaaase...
Marquinhos Gabriel se apresenta ao Bahia
A diretoria do Esporte Clube Bahia apresentou nesta sexta-feira o mais
novo reforço do clube para a temporada de 2013. Trata-se de Marquinhos
Gabriel, de 22 anos, que acumula passagens por clubes como Juventude/RS,
Internacional, Avaí e Sport.
Na oportunidade, o atleta se mostrou bastante feliz com o seu novo clube e agradeceu a oportunidade. "Foi uma negociação muito rápida e espero ajudar muito. Fui muito bem recebido pelos colegas e espero corresponder a confiança da diretoria, e de todos. Será muita dedicação e esforço", disse o jogador, que encerrou falando sobre as suas características.
"Eu sou um meia-atacante. No Sport, quando tinha uma linha de três meias, eu jogava sempre pelos lados. Mas, ao mudar o esquema, o técnico me colocava como meia. Sou um atleta que gosto de jogar pelos lados, ajudando na marcação", finalizou.
Na oportunidade, o atleta se mostrou bastante feliz com o seu novo clube e agradeceu a oportunidade. "Foi uma negociação muito rápida e espero ajudar muito. Fui muito bem recebido pelos colegas e espero corresponder a confiança da diretoria, e de todos. Será muita dedicação e esforço", disse o jogador, que encerrou falando sobre as suas características.
"Eu sou um meia-atacante. No Sport, quando tinha uma linha de três meias, eu jogava sempre pelos lados. Mas, ao mudar o esquema, o técnico me colocava como meia. Sou um atleta que gosto de jogar pelos lados, ajudando na marcação", finalizou.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O Futebol é a caixinha de surpresa mais admirada
Muitos dizem que o futebol que é uma caixinha de surpresa. Frase mais verdadeira que existe. Para quem viu Milan x Barcelona, pelas oitavas-de-final da Liga dos Campeões da Europa, pôde obsevar que o Milan foi o melhor em campo. Teve uma atuação fora do normal. Mas temos que elogiar o excelente trabalho que Maximilliano Allegri tem feito. Arrumou a equipe em menos de 4 meses. Um time que estava na décima terceira posição do Italiano, agora está entre os quatro primeiros. A palavra-chave é mérito. Esse mérito esteve presente no San siro.
A equipe milanesa começou na retranca. Não saía muito para a ofensividade. Com isso, Barcelona começava a pressionar. Iniesta e Jordi Alba foram os destaques do primeiro tempo. Ambos avançavam até o ataque e sempre faziam as jogadas com o craque Messi. Com tanta retranca assim, temos que parabenizar o sistema defensivo do Milan pelo bom primeiro tempo por um simples motivo: todos os jogadores da equipe italiana foram fundamentais na marcação. O técnico Allegri pareceu ter conseguido instruir muito bem seus comandos durante a semana de treinos que antecedeu a partida.
Mas uma coisa era fundamental: a posse de bola do Barcelona. Cada jogador tocava duas vezes na bola e passava para o outro companheiro. É um sistema eficaz ao mesmo tempo que é perigoso. Depois de tanta posse de bola, o volume de jogo do Milan cresceu e os donos da casa tiveram duas chances de marcar. Primeiro aos 15, quando Boateng tocou de primeira e deixou El Shaarawy livre para invadir a área, mas ele adiantou demais e perdeu para Puyol - a posição do 'Faraó' era duvidosa. Na sequência do lance, Boateng emendou de primeira escanteio ensaiado pelo Milan e por muito pouco não mandou no canto esquerdo de Valdés, batido no lance. Bem depois, aos 35, Boateng lançou bem e El Shaarawy por pouco não chegou.
Após um panorama inicial muito parecido com a etapa anterior, o Milan abriu o placar aos 11 minutos. Montolivo chutou em cobrança de falta, a bola desviou na mão de Zapata (involuntariamente) e Boateng mandou para as redes. Gol muito polêmico, mas não anulado. Logo depois, Jordi Roura sacou Fàbregas e lançou Sanchéz, mas foi o Milan quem voltou a assustar. Pazzini emendou bela puxada aos 22 minutos, e Valdés fez a defesa.
Após 30 minutos de segundo tempo, o Barcelona fez o goleiro Abbiati trabalhar ao menos uma vez. Ou pelo menos pensar que iria, mas o chute de Iniesta acabou indo pra fora. Coisa rara, já que não é uma das características mais marcantes do time, o chute de fora da área. Logo depois, Niang substituiu Pazzini e seria o próprio atacante de 18 anos que começaria a dar números finais ao jogo.
Aos 35 minutos, M'baye Niang venceu Puyol com um leve toque de cabeça e acionou El Shaarawy pelo centro, que deu passe magistral para o belo sem-pulo de Muntari: golaço do Milan no San Siro e vantagem de dois gols no placar. Festa nas arquibancadas e também de Balotelli e Robinho em um dos camarotes do estádio.
Depois de 6 minutos, Puyol causou um suspiro na torcida do Milan. Ele cabeceou e a bola passou rente à trave. Mas nada mudou. Fim de jogo! Milan 2 x 0 Barcelona.
A equipe milanesa começou na retranca. Não saía muito para a ofensividade. Com isso, Barcelona começava a pressionar. Iniesta e Jordi Alba foram os destaques do primeiro tempo. Ambos avançavam até o ataque e sempre faziam as jogadas com o craque Messi. Com tanta retranca assim, temos que parabenizar o sistema defensivo do Milan pelo bom primeiro tempo por um simples motivo: todos os jogadores da equipe italiana foram fundamentais na marcação. O técnico Allegri pareceu ter conseguido instruir muito bem seus comandos durante a semana de treinos que antecedeu a partida.
Mas uma coisa era fundamental: a posse de bola do Barcelona. Cada jogador tocava duas vezes na bola e passava para o outro companheiro. É um sistema eficaz ao mesmo tempo que é perigoso. Depois de tanta posse de bola, o volume de jogo do Milan cresceu e os donos da casa tiveram duas chances de marcar. Primeiro aos 15, quando Boateng tocou de primeira e deixou El Shaarawy livre para invadir a área, mas ele adiantou demais e perdeu para Puyol - a posição do 'Faraó' era duvidosa. Na sequência do lance, Boateng emendou de primeira escanteio ensaiado pelo Milan e por muito pouco não mandou no canto esquerdo de Valdés, batido no lance. Bem depois, aos 35, Boateng lançou bem e El Shaarawy por pouco não chegou.
Após um panorama inicial muito parecido com a etapa anterior, o Milan abriu o placar aos 11 minutos. Montolivo chutou em cobrança de falta, a bola desviou na mão de Zapata (involuntariamente) e Boateng mandou para as redes. Gol muito polêmico, mas não anulado. Logo depois, Jordi Roura sacou Fàbregas e lançou Sanchéz, mas foi o Milan quem voltou a assustar. Pazzini emendou bela puxada aos 22 minutos, e Valdés fez a defesa.
Após 30 minutos de segundo tempo, o Barcelona fez o goleiro Abbiati trabalhar ao menos uma vez. Ou pelo menos pensar que iria, mas o chute de Iniesta acabou indo pra fora. Coisa rara, já que não é uma das características mais marcantes do time, o chute de fora da área. Logo depois, Niang substituiu Pazzini e seria o próprio atacante de 18 anos que começaria a dar números finais ao jogo.
Aos 35 minutos, M'baye Niang venceu Puyol com um leve toque de cabeça e acionou El Shaarawy pelo centro, que deu passe magistral para o belo sem-pulo de Muntari: golaço do Milan no San Siro e vantagem de dois gols no placar. Festa nas arquibancadas e também de Balotelli e Robinho em um dos camarotes do estádio.
Depois de 6 minutos, Puyol causou um suspiro na torcida do Milan. Ele cabeceou e a bola passou rente à trave. Mas nada mudou. Fim de jogo! Milan 2 x 0 Barcelona.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Coritiba está interessado no meia do Cruzeiro
O meia Elber encerrou bem a última temporada, fazendo, inclusive, um belo gol contra o Fluminense na rodada de número 36 do Campeonato Brasileiro, mas, em razão das várias contratações para o setor ofensivo, o Cruzeiro admite emprestar o jogador.
O presidente Gilvan de Pinho Tavares, em entrevista à rádio Itatiaia, disse que pode repassar o meia, que ainda não teve oportunidades de jogar em 2013. No entanto, ainda segundo o cartola, nenhuma proposta chegou à cúpula celeste. Mas, de acordo, com um jornal do estado de Curitiba, o Coritiba estaria perto de anunciar. Resta esperar para o desfecho.
Elber perdeu espaço com a chegada dos reforços para o ano, inclusive do treinador Marcelo Oliveira. O Cruzeiro investiu alto em jogadores que atuam no meio-campo e ataque. As novidades são Diego Souza, Luan, Ananias, Dagoberto, Everton Ribeiro, Lucca e Ricardo Goulart. Eles se juntam a Borges, Anselmo Ramon, Martinuccio, Vinícius Araújo e Alisson.
O presidente Gilvan de Pinho Tavares, em entrevista à rádio Itatiaia, disse que pode repassar o meia, que ainda não teve oportunidades de jogar em 2013. No entanto, ainda segundo o cartola, nenhuma proposta chegou à cúpula celeste. Mas, de acordo, com um jornal do estado de Curitiba, o Coritiba estaria perto de anunciar. Resta esperar para o desfecho.
Elber perdeu espaço com a chegada dos reforços para o ano, inclusive do treinador Marcelo Oliveira. O Cruzeiro investiu alto em jogadores que atuam no meio-campo e ataque. As novidades são Diego Souza, Luan, Ananias, Dagoberto, Everton Ribeiro, Lucca e Ricardo Goulart. Eles se juntam a Borges, Anselmo Ramon, Martinuccio, Vinícius Araújo e Alisson.
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